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Titleapostila de TI para concursos
TagsLeadership Project Management Computing Leadership & Mentoring Product Development
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Curso de TI

Pág. 2 de 143

Sumário
1 Gerência de Projetos ....................................................................................................................... 1

1.1 Conceitos básicos ................................................................................................................................. 1

1.2 Processos do PMBOK .......................................................................................................................... 2
1.2.1 Áreas de conhecimento do PMBOK ............................................................................................................... 3

1.3 Planejamento e controle de métricas de projeto ............................................................................... 13

1.4 Métodos de gerenciamento do tempo do projeto .............................................................................. 14

1.5 Exercícios ........................................................................................................................................... 14

2 Gestão de Processos de Negócio (BPM) ....................................................................................... 18
2.1 BPMN - Modelagem de processos ..................................................................................................... 18

2.1.1 Elementos ................................................................................................................................................... 18

2.2 Técnicas de análise de processos ....................................................................................................... 20
2.2.1 Automação de processos .............................................................................................................................. 20
2.2.2 Fluxograma ................................................................................................................................................. 20
2.2.3 Service blueprint ......................................................................................................................................... 20
2.2.4 Mapa do serviço .......................................................................................................................................... 21
2.2.5 IDEF ........................................................................................................................................................... 21
2.2.6 Estrutura de processamento de clientes ........................................................................................................ 22
2.2.7 Walk-through-audit ..................................................................................................................................... 22
2.2.8 Análise da transação de serviço (STA – Service Transaction Analysis) ......................................................... 23

2.3 Exercícios ........................................................................................................................................... 23

3 Gerência de Serviços de TI ........................................................................................................... 25
3.1 Fundamentos da ITIL V2 .................................................................................................................. 26

3.1.1 Suporte a serviços ........................................................................................................................................ 26
3.1.2 Entrega de Serviço....................................................................................................................................... 27

3.2 Fundamentos de ITIL V3 .................................................................................................................. 28
3.2.1 Estratégia do serviço (Service Strategy) ....................................................................................................... 28
3.2.2 Desenho de serviço (Service Design) ........................................................................................................... 28
3.2.3 Transição do serviço (Service Transition) .................................................................................................... 29
3.2.4 Operação do serviço (Service Operation) ..................................................................................................... 29
3.2.5 Melhoria de serviço continuada (Continual Service Improvement) ............................................................... 29

3.3 Fundamentos de COBIT.................................................................................................................... 29
3.3.1 Planejar e Organizar .................................................................................................................................... 30
3.3.2 Adquirir e Implementar ............................................................................................................................... 30
3.3.3 Entregar e Dar Suporte ................................................................................................................................ 30
3.3.4 Monitorar e Avaliar ..................................................................................................................................... 31

3.4 Exercícios ........................................................................................................................................... 31

4 Engenharia de Software ............................................................................................................... 33
4.1 Software ............................................................................................................................................. 33

4.2 Ciclo de vida do software ................................................................................................................... 34
4.2.1 Fase de Definição ........................................................................................................................................ 34
4.2.2 Fase de Desenvolvimento ............................................................................................................................ 34
4.2.3 Fase de Operação ........................................................................................................................................ 35
4.2.4 Fase de retirada ........................................................................................................................................... 36

4.3 Metodologias de desenvolvimento de software. ................................................................................ 36
4.3.1 Modelo caótico ............................................................................................................................................ 36
4.3.2 Modelo Cascata ........................................................................................................................................... 36

4.4 Desenvolvimento ágil ......................................................................................................................... 38

4.5 Planejamento e avaliação de iterações .............................................................................................. 39

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vamente. Na interação estática, o cliente recupera a assinatura do serviço, necessária à codificação.
Na interação dinâmica, o cliente recupera os valores de parâmetros e a localização do serviço.

O ciclo de vida de um web service compreende quatro estados distintos, figura 26.2:

Publicação processo, opcional, por meio do qual o fornecedor do web services dá a conhecer a
existência do seu serviço, efetuando o registro do mesmo no repositório do web service;

Descoberta processo, opcional, por meio do qual uma aplicação cliente toma conhecimento da
existência do web services pretendido pesquisando num repositório UDDI;

Descrição processo pelo qual o web service expõe a sua API (documento WSDL). Desta maneira a
aplicação cliente tem acesso a toda a interface do web service, onde encontram descritas todas as
funcionalidades por ele disponibilizadas;

Invocação (Mensagens) processo pelo qual o cliente e o servidor interagem, por meio do envio de
mensagens;

A conjugação desses quatro estados permite constituir o ciclo de vida de um web service:

O fornecedor constrói o serviço utilizando a linguagem de programação que entender;
 De seguida, especifica a interface/assinatura do serviço que definiu em WSDL;
 Após a conclusão dos dois primeiros passos, o fornecedor registra o serviço no UDDI;
 O utilizador (aplicação cliente) pesquisa num repositório UDDI e encontra o serviço;
 A aplicação cliente estabelece a ligação com o web service e estabelece um diálogo com este, via

mensagens SOAP.


Figura 26.2: Ciclo de vida do web service

A interação entre os web services se dá sob vários protocolos abertos, em diferentes níveis de
abstração. Os protocolos utilizados para realizar a comu-nicação são o: UDDI (Universal Description
Discovery and Integration), WSDL (Web Services Description Language), XML, SOAP (Simple Object
Access Pro-tocol) e o HTTP, conforme figura 26.3.


Figura 26.3: Protocolos de comunicação de Web services

As mensagens trocadas são formatadas no protocolo SOAP, o que permite a interoperabilidade entre
diferentes plataformas, em um processo denominado serialização XML. Porém, antes que as
mensagens SOAP sejam trocadas, suas características são explicitadas por meio de documentos
WSDL, que descrevem quais dados estarão sendo trocados, e como estes dados estarão organizados
nas mensagens SOAP. Adicionalmente, os serviços dos web services podem ser publicados através de
UDDI, que é um formato utilizado para seu armazenamento em repositórios disponíveis na Internet.
Assim, se um desenvolvedor precisar resolver uma determinada tarefa, pode encontrar o web service
que mais se adequar à sua necessidade.

Como os firewalls convencionais e proxies não bloqueiam a porta utilizada pelo protocolo HTTP, não
existem grandes restrições para o uso deste tipo de aplicação em redes de longa distância.

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Pode-se definir, resumidamente, o web service como sendo um serviço de software disponibilizado na
Internet, descrito com um arquivo WSDL, registrado via UDDI, acessado utilizando SOAP e com dados
representados em XML sendo transmitidos via HTTP.

A disseminação no uso de web services nos últimos anos incentivou o mercado a oferecer uma grande
variedade de ferramentas e aplicações para prover suporte a essa tecnologia. Atualmente, as principais
plataformas para web services são:

Sun Microsystems, IBM, BEA, Apache, Systinet e Microsoft.

5.4.6 SOAP
Simple Object Access Protocol é um protocolo leve para troca de informações em um ambiente
descentralizado e distribuído que permite comunicação entre aplicações de forma simples e
completamente independente de sistema operacional, linguagem de programação ou plataforma. É o
protocolo de comunicação para os Web Services.

A comunicação é realizada por meio de trocas de mensagens, transmitidas em formato XML, incluindo
os parâmetros usados nas chamadas, bem como os dados de resultados. Também pode ser utilizado
para invocar, publicar e localizar web services no registro UDDI.

Parte da sua especificação é composta por um conjunto de regras de como utilizar o XML para
representar os dados. Outra parte define o formato de mensagens, convenções para representar as
chamadas de procedimento remoto (RPC – Remote Procedure Calls) utilizando o SOAP, e associações
ao protocolo HTTP. O protocolo HTTP é o único protocolo padronizado pelo SOAP, mas existem
algumas implementações que suportam outros protocolos como SMTP, TCP/IP, FTP e etc.

Uma mensagem SOAP é um fragmento XML bem formado, encapsulado por um par de elementos
SOAP. A mensagem SOAP consiste dos seguintes elementos:
 Envelope toda mensagem SOAP deve contê-lo. é o elemento raiz do do

cumento XML. Define o início e o fim das mensagens;
 Header é um cabeçalho opcional. Ele carrega informações adicionais, como

exemplo, se a mensagem deve ser processada por um nó intermediário.
Quando utilizado, o Header deve ser o primeiro elemento do envelope;

 Body é obrigatório e contém o payload, os dados em XML a serem
transportados. O elemento Body possui um campo opcional Fault, usado
para car-regar mensagens de status e erros retornadas pelos ”nós”ao pro
cessarem a mensagem;


Figura 26.4: Estrutura da mensagem SOAP

RPCs ou chamadas remotas de procedimento são chamadas locais a métodos de objetos (ou serviços)
remotos. Portanto, pode-se acessar os serviços de um objeto localizado em outro ponto da rede,
através de uma chamada local a este objeto. Cada chamada ou requisição exige uma resposta.

O pro cesso de uma chamada RPC: Antes de serem enviadas pela rede, as chamadas de RPC
(emitidas pela aplicação cliente) são encapsuladas (ou serial-izadas) segundo o padrão SOAP. O
serviço remoto, ao receber a mensagem faz o processo contrário, desencapsulando-a e extraindo as
chamadas de méto do. A aplicação servidora então processa esta chamada, e envia uma resposta ao
cliente. O processo então se repete: a resposta é também serializada e enviada pela rede. Na máquina
cliente, esta resposta é desencapsulada e é repassada para a aplicação cliente.

A especificação SOAP define as seguintes informações, como necessárias em toda chamada de RPC:
 A URI do objeto alvo;
 O nome do método;
 Os parâmetros do método (requisição ou resposta);

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12 Sobre o autor
Walter de Tarso Faria Santos de Campos foi aprovado no concurso de AFR ICMS-SP de 2009 e está alocado no
Centro de Desenvolvimento de Sistemas do Departamento de Tecnologia de Informações (CDS-DTI) da
Secretaria da Fazenda de São Paulo.

Este material foi um resumo de tudo de TI que estudou para esta prova.
Formado em licenciatura em química pela Universidade de São Paulo, lecionou informática básica para alunos
do ensino fundamental e médio no Colégio Rio Branco por doze anos.

Exerceu consultoria de informática e desenvolveu mais de trinta sistemas para diversas intituições públicas e
privadas por 25 anos, para FIPE, FIA, FIPECAFI, Secretaria do Meio Ambiente, CDHU, Convap Engenharia e
Construções, GMR Arquitetos Associados, Fundação Padre Anchieta, Fundação Osesp, ABEM, Souza Cruz,
entre outras.

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13 Gabarito



1 (b)
2 (a)
3 (e)
4 (b)
5 (e)
6 (b)
7 (d)
8 (e)
9 (b)
10 (a)
11 (c)
12 (a)
13 (b)
14 (d)
15 (b)
16 (d)
17 (a)
18 (c)
19 (a)
20 (d)
21 (c)
22 (d)
23 (c)
24 (e)
25 (b)
26 (a)
27 (d)
28 (c)
29 (e)
30 (b)
31 (a)
32 (a)
33 (d)
34 (d)
35 (d)
36 (c)
37 (d)
38 (d)
39 (a)
40 (b)
41 (b)
42 (e)
43 (c)
44 (a)
45 (d)
46 (e)


47 (d)
48 (a)
49 (c)
50 (a)
51 (c)
52 (c)
53 (b)
54 (a)
55 (b)
56 (c)
57 (d)
58 (d)
59 (d)
60 (b)
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62 (d)
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64 (b)
65 (a)
66 (a)
67 (c)
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69 (c)
70 (e)
71 (d)
72 (e)
73 (c)
74 (b)
75 (e)
76 (c)
77 (e)
78 (c)
79 (c)
80 (d)
81 (d)
82 (b)
83 (b)
84 (c)
85 (e)
86 (c)
87 (b)
88 (e)
89 (a)
90 (b)
91 (d)
92 (e)
93 (b)


94 (c)
95 (a)
96 (e)
97 (a)
98 (c)
99 (e)
100 (b)
101 (a)
102 (d)
103 (e)
104 (a)
105 (b)
106 (b)
107 (b)
108 (e)
109 (b)
110 (a)
111 (a)
112 (d)
113 (a)
114 (e)
115 (b)
116 (b)
117 (c)
118 (a)
119 (e)
120 (d)
121 (e)
122 (d)
123 (c)
124 (d)
125 (c)
126 (a)
127 (c)
128 (b)
129 (d)
130 (e)
131 (c)
132 (c)
133 (d)
134 (e)
135 (a)
136 (d)
137 (b)
138 (e)
139 (a)
140 (b)


141 (b)
142 (d)
143 (a)
144 (d)
145 (e)
146 (c)
147 (b)
148 (e)
149 (c)
150 (b)
151 (c)
152 (e)
153 (a)
154 (e)
155 (d)
156 (e)
157 (e)
158 (e)
159 (b)
160 (e)
161 (b)
162 (a)
163 (b)
164 (d)
165 (d)
166 (e)
167 (b)
168 (d)
169 (d)
170 (e)
171 (c)
172 (d)
173 (d)
174 (c)
175 (c)
176 (b)
177 (e)
178 (b)
179 (d)
180 (b)
181 (b)
182 (a)
183 (c)
184 (a)
185 (b)
186 (d)
187 (a)


188 (e)
189 (d)
190 (d)
191 (c)
192 (d)
193 (b)
194 (a)
195 (d)
196 (b)
197 (c)
198 (d)
199 (c)
200 (c)
201 (a)
202 (a)
203 (b)
204 (c)
205 (a)
206 (c)

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